Deus sabe.
Ele sabe quantos garfos, facas, lapiseiras ou outros objectos pontiagudos genéricos eu tive que espetar em partes recônditas da minha anatomia para evitar citar grandes vultos da sociedade (e da academia – porquê não dizê-lo?) como é o nosso mui amado crispim.
Só que ele hoje esticou-se… e cito:
“Existe sempre uma altura em que nos tornamos no bode espiatório de alguem…”
é bem verdade o que ele diz.
Quantas vezes eu, e muitos de vocês que eu sei, se mascararam de bodes e andaram a espiar malta… Quantas?!?
Hã? QUANTAS, PÁ!?!
Já vos estou a ver a dizer por aí “eu nunca me mascarei de bode e andei a espiar ninguém”… Mas antes de vos poder ver vou ter eu próprio de trajar de bode e vos espiar.
Não confundir “bode espiatório” com “bode respiratório”, nem com “bode expiatório”… É tudo gado diferente, na forma e na função.




